sexta-feira, 22 de julho de 2011
Deitar fora intensionalmente e inevitavelmente aquilo que pensamos que somos, causa sofrimento. É uma morte lenta, com dor, depressiva e quase auto-destrutiva. Mas é nesse linear que sinto esperança. Sofro por mim e por causa de mim. Choro porque eu mesma acreditava nas máscaras que carrego, elas eram o meu eu. A catarse faz parte e acontece quando tem de acontecer. It hurts more than everything. But it's Dieing to Reborn.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sou o que vou sendo.
Sou um pouco do que fui, ou talvez nada.
Sou aquilo que penso que sempre serei e não serei.
Sou no presente, onde quer quer seja que ele habite, ou talvez, simplesmente não Seja.
Sou como a água que solidifica, evapora e fica líquida.
Sou como a água do rio que corre, aglutinando novas partículas e deixando outras pelo caminho.
Sou como a água do rio que nunca é mesma, na eterna mutabilidade.
Sou mulher e menina.
Sou Eu, seja qual for a definição do meu "Eu"
Rótulos não é comigo.
Nem opiniões "verdadeiras", "meio verdadeiras" ou "inverdades".
Sou um pouco do que fui, ou talvez nada.
Sou aquilo que penso que sempre serei e não serei.
Sou no presente, onde quer quer seja que ele habite, ou talvez, simplesmente não Seja.
Sou como a água que solidifica, evapora e fica líquida.
Sou como a água do rio que corre, aglutinando novas partículas e deixando outras pelo caminho.
Sou como a água do rio que nunca é mesma, na eterna mutabilidade.
Sou mulher e menina.
Sou Eu, seja qual for a definição do meu "Eu"
Rótulos não é comigo.
Nem opiniões "verdadeiras", "meio verdadeiras" ou "inverdades".
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Rasga-se-me o peito
Com um sopro de saudade ardente.
Desejo encostar-te à parede!
Derrubar as tuas vontades!
Sentir as tuas entranhas junto à minha pele!
Grito! E danço freneticamente por dentro.
Este ritual que possui o meu coração de fogo
É só teu e só te deseja.
Essa roupa não te pertence!
Só a tua pele e agora será minha!
Arde! Arde como mil brasas em todo o corpo!
Esta saudade! Este desejo!
E é tão grande que depois do ultimo grito,
Será em simultâneo jazigo e acendalha.
Arggggg, morder-te!
Sou agora este animal que desconheces!
Prender-te-ei com força junto a mim,
Com mesma força que a serpente constritora
Mata a sua presa!
Libertarei de mim,
Esta possessão de desejo quase demoníaca
Em teu corpo.
Sacrifício serás em nome da Paixão e do Amor!
Matar-te-ei nas minhas águas profundas,
Neste fogo que arde latente!!!
Quero-te! E meu serás!
Com um sopro de saudade ardente.
Desejo encostar-te à parede!
Derrubar as tuas vontades!
Sentir as tuas entranhas junto à minha pele!
Grito! E danço freneticamente por dentro.
Este ritual que possui o meu coração de fogo
É só teu e só te deseja.
Essa roupa não te pertence!
Só a tua pele e agora será minha!
Arde! Arde como mil brasas em todo o corpo!
Esta saudade! Este desejo!
E é tão grande que depois do ultimo grito,
Será em simultâneo jazigo e acendalha.
Arggggg, morder-te!
Sou agora este animal que desconheces!
Prender-te-ei com força junto a mim,
Com mesma força que a serpente constritora
Mata a sua presa!
Libertarei de mim,
Esta possessão de desejo quase demoníaca
Em teu corpo.
Sacrifício serás em nome da Paixão e do Amor!
Matar-te-ei nas minhas águas profundas,
Neste fogo que arde latente!!!
Quero-te! E meu serás!
domingo, 3 de abril de 2011
O que são palavras?
São um conjunto de letras organizadas de modo a fazerem sentido em cada língua.
São poderosas e carregam com elas um tremendo significado.
São amontoados de pontos infinitos, materializados por tintas ou píxeis.
São limitações da percepção, uma ferramenta limitada para a espiritualidade ou vulgaridade.
Palavras são um entrave a algo maior.
Perguntarei onde vos dói: no coração.
Perguntarei como é essa dor: é intensa, aqui dentro, mesmo no coração.
Dirvos-ei: isso não é a descrição da dor, estais-me a responder que intensidade tem e onde é.
Palavras não são tudo mas valem muito. O suficiente para olharem para estas combinações de rabiscos e entenderem os meus pensamentos.
Debrucemo-nos sobre o indescritível e não sobre as palavras.
Os maiores poemas são silenciosos.
São um conjunto de letras organizadas de modo a fazerem sentido em cada língua.
São poderosas e carregam com elas um tremendo significado.
São amontoados de pontos infinitos, materializados por tintas ou píxeis.
São limitações da percepção, uma ferramenta limitada para a espiritualidade ou vulgaridade.
Palavras são um entrave a algo maior.
Perguntarei onde vos dói: no coração.
Perguntarei como é essa dor: é intensa, aqui dentro, mesmo no coração.
Dirvos-ei: isso não é a descrição da dor, estais-me a responder que intensidade tem e onde é.
Palavras não são tudo mas valem muito. O suficiente para olharem para estas combinações de rabiscos e entenderem os meus pensamentos.
Debrucemo-nos sobre o indescritível e não sobre as palavras.
Os maiores poemas são silenciosos.
quarta-feira, 30 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
O meu coração é invisível.
O silêncio esvoaça pelas minhas veias.
Sou nada.
Olho para lá com olhos de nostalgia de um passado inexistente e com esperança de um futuro negado.
Danço por entre a floresta que me acolhe, sozinha.
O verde dos meus olhos são senão lágrimas das folhas que observo.
As mesmas folhas que inspiram a minha dança solitária.
A terra quente abrasa-me os pés e o choro surge como um vulcão.
Oh... Dança, meu repouso, meu amor...
O silêncio esvoaça pelas minhas veias.
Sou nada.
Olho para lá com olhos de nostalgia de um passado inexistente e com esperança de um futuro negado.
Danço por entre a floresta que me acolhe, sozinha.
O verde dos meus olhos são senão lágrimas das folhas que observo.
As mesmas folhas que inspiram a minha dança solitária.
A terra quente abrasa-me os pés e o choro surge como um vulcão.
Oh... Dança, meu repouso, meu amor...
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