Não precisamos de fantasias para evoluir o espírito.
Não precisamos de adorar Deuses como se fossem nossos pais.
Não precisamos de mestres com falsa evolução espiritual, que defendem a anulação do Ego e no entanto acham-se algo superior e mais evoluído.
Não precisamos de frases e bíblias dogmáticas.
Não precisamos de mentiras e falsas tradições mescladas.
A chave está em nós.
O simples facto de nos sentarmos e saber ouvir o pleno Silêncio e não fazer absolutamente mais nada, é alcançar algo nunca antes alcançável. Por vezes o nosso Ego, fará com que sintamos que já lá chegámos. Mas livremo-nos de tudo isso. A percepção não passa de um espelho de ilusões, que nos limita e faz de nós os seres duais que somos.
A verdade está além da nossa percepção, é preciso transcender.
O Silêncio absoluto é difícil de alcançar.
O simples facto de chamar alguém para conversar e no entanto ficarem ambos em silêncio, cria tensão. O Silêncio cria desconforto. É o pânico de conhecer o desconhecido do nosso interior. É o pânico de nos conseguirmos ouvir realmente.
É o pânico da entrega e o medo de nos transcender.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Deitar fora intensionalmente e inevitavelmente aquilo que pensamos que somos, causa sofrimento. É uma morte lenta, com dor, depressiva e quase auto-destrutiva. Mas é nesse linear que sinto esperança. Sofro por mim e por causa de mim. Choro porque eu mesma acreditava nas máscaras que carrego, elas eram o meu eu. A catarse faz parte e acontece quando tem de acontecer. It hurts more than everything. But it's Dieing to Reborn.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sou o que vou sendo.
Sou um pouco do que fui, ou talvez nada.
Sou aquilo que penso que sempre serei e não serei.
Sou no presente, onde quer quer seja que ele habite, ou talvez, simplesmente não Seja.
Sou como a água que solidifica, evapora e fica líquida.
Sou como a água do rio que corre, aglutinando novas partículas e deixando outras pelo caminho.
Sou como a água do rio que nunca é mesma, na eterna mutabilidade.
Sou mulher e menina.
Sou Eu, seja qual for a definição do meu "Eu"
Rótulos não é comigo.
Nem opiniões "verdadeiras", "meio verdadeiras" ou "inverdades".
Sou um pouco do que fui, ou talvez nada.
Sou aquilo que penso que sempre serei e não serei.
Sou no presente, onde quer quer seja que ele habite, ou talvez, simplesmente não Seja.
Sou como a água que solidifica, evapora e fica líquida.
Sou como a água do rio que corre, aglutinando novas partículas e deixando outras pelo caminho.
Sou como a água do rio que nunca é mesma, na eterna mutabilidade.
Sou mulher e menina.
Sou Eu, seja qual for a definição do meu "Eu"
Rótulos não é comigo.
Nem opiniões "verdadeiras", "meio verdadeiras" ou "inverdades".
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Rasga-se-me o peito
Com um sopro de saudade ardente.
Desejo encostar-te à parede!
Derrubar as tuas vontades!
Sentir as tuas entranhas junto à minha pele!
Grito! E danço freneticamente por dentro.
Este ritual que possui o meu coração de fogo
É só teu e só te deseja.
Essa roupa não te pertence!
Só a tua pele e agora será minha!
Arde! Arde como mil brasas em todo o corpo!
Esta saudade! Este desejo!
E é tão grande que depois do ultimo grito,
Será em simultâneo jazigo e acendalha.
Arggggg, morder-te!
Sou agora este animal que desconheces!
Prender-te-ei com força junto a mim,
Com mesma força que a serpente constritora
Mata a sua presa!
Libertarei de mim,
Esta possessão de desejo quase demoníaca
Em teu corpo.
Sacrifício serás em nome da Paixão e do Amor!
Matar-te-ei nas minhas águas profundas,
Neste fogo que arde latente!!!
Quero-te! E meu serás!
Com um sopro de saudade ardente.
Desejo encostar-te à parede!
Derrubar as tuas vontades!
Sentir as tuas entranhas junto à minha pele!
Grito! E danço freneticamente por dentro.
Este ritual que possui o meu coração de fogo
É só teu e só te deseja.
Essa roupa não te pertence!
Só a tua pele e agora será minha!
Arde! Arde como mil brasas em todo o corpo!
Esta saudade! Este desejo!
E é tão grande que depois do ultimo grito,
Será em simultâneo jazigo e acendalha.
Arggggg, morder-te!
Sou agora este animal que desconheces!
Prender-te-ei com força junto a mim,
Com mesma força que a serpente constritora
Mata a sua presa!
Libertarei de mim,
Esta possessão de desejo quase demoníaca
Em teu corpo.
Sacrifício serás em nome da Paixão e do Amor!
Matar-te-ei nas minhas águas profundas,
Neste fogo que arde latente!!!
Quero-te! E meu serás!
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